Imagine que um pescador artesanal de São Vicente recebe uma multa por “equipamento inadequado” enquanto um armador com licença “premium” (paga em moeda forte) é liberado com um aviso. Como o ITAC garante que suas inspeções não se tornem um “imposto disfarçado” para quem não tem conexões? E mais: se a pesca ilegal é um problema estrutural, por que os centros focam mais em procedimentos burocráticos do que em combater as redes de exportação que lavam dinheiro no exterior? A transparência dos critérios de inspeção é um direito dos pescadores — ou mais um privilégio dos que pagam?
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